Campanha Nacional de Vacinação contra a pólio e o sarampo. Confira os locais de vacinação em GV e no Vale do Aço.

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Na próxima segunda-feira (6) começa em todo o Brasil a Campanha de Vacinação Contra o Sarampo e a Poliomielite (mais conhecida como Paralisia Infantil). Momento em que os pais e/ou responsáveis devem levar todas as crianças de um a quatro anos, 11 meses e 29 dias à unidade de saúde mais próxima de casa para se protegerem contra essas duas doenças.

E Valadares sai na frente mais uma vez. O diferencial é que a Prefeitura decidiu criar sete pontos estratégicos, que vão funcionar em horários diferenciados durante toda a campanha (que vai até 31 de agosto). Tratam-se de salas de vacinas, que funcionam dentro de unidades de saúde e vão atender das 7h30 às 16h30, sem intervalo de almoço para a vacinação.

A medida se fez necessária para que o município consiga aumentar a cobertura vacinal, que se encontra baixa. O Ministério da Saúde determinou que, pelo menos, 95% das crianças sejam imunizadas contra essas duas doenças; no entanto, Valadares espera alcançar até 100% do público alvo, que corresponde a aproximadamente 14.700 crianças nesta faixa etária.

Vale lembrar que a única forma de se prevenir contra o Sarampo e a Poliomielite é através da vacinação. Para isso, os pais precisam levar seus filhos de segunda a sexta-feira à unidade de saúde mais próxima de casa. É importante levar o cartão de vacinação da criança.

Confira onde ficam as salas de vacinas que vão funcionar em horário especial em GV:

ESF São Raimundo – rua da Mica, 70, São Raimundo;

ESF Nossa Senhora das Graças – rua Pirapora, 351, Maria Eugênia;

ESF Pérola – rua Humberto Tavares Chagas, 78, Jardim Pérola;

ESF Santa Rita II – rua Washington Luiz, 2367, Santa Rita;

ESF Centro – rua São João, 182, Centro;

ESF Turmalina II e III – rua Cedro, s/nº, Turmalina;

ESF São Pedro – rua Pastoril, s/nº, São Pedro.

A campanha se estende até o dia 31 de agosto e deve vacinar cerca de 11,2 milhões de crianças de um a cinco anos incompletos em todo o país. Só nas três principais cidades do Vale do Aço, Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo, a estimava é de que mais de 20 mil crianças sejam imunizadas durante a campanha.

Em Ipatinga, as vacinas são ofertadas em 17 salas de vacinação, que funcionam das 7h30 às 15h30. As salas de vacinação funcionam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos bairros: Barra Alegre, Bethânia, Bom Jardim, Bom Retiro, Canaã, Caravelas, Cidade Nobre, Esperança I e II, Iguaçu, Jardim Panorama, Limoeiro, Nova Esperança, Vale do Sol, Veneza II, Vila Celeste e Vila Militar.

Em Timóteo, as UBS dos bairros Alegre, Timotinho, Cachoeira do Vale, João XXIII, Primavera e Macuco funcionam das 7h30 às 12h, sendo que a unidade do Macuco funciona apenas nas segundas, quartas e sextas-feiras e as demais de segunda a sexta. Na UBS do Bairro Limoeiro, o atendimento será realizado das 8h às 11h30 e das 13h às 16h. No Bairro Ana Moura, das 7h30 às 11h e das 13h às 16h, e na sede, das 9h às 16h.

Já em Coronel Fabriciano, as vacinas podem ser tomadas em todas as 13 Unidades Básicas de Saúde de 7h30 às 11h30, com exceção da UBS do Bairro São Domingos, onde o atendimento será feito das 13h30 às 16h30, e das unidades onde funcionam o Corujão da Saúde, nos bairros Santa Cruz e Centro, onde a vacinação será realizada das 7h30 às 16h30.

Importância da vacinação

De acordo com a pediatra Lara Vieira Marçal, além de dores nos músculos, fadiga, febre, mal-estar, perda de apetite e machas vermelhas, sintomas comuns do sarampo, a doença pode acarretar em problemas mais graves.

“O problema maior do sarampo não são esses sintomas, que são geralmente leves e similares aos da gripe. O problema são as complicações, que podem ser graves. Pode haver pneumonia, infecção de ouvido, diarreia e pode causar encefalite, que é uma infecção do sistema nervoso central do cérebro que pode ser grave e pode se manifestar até sete ou 10 anos depois da doença; então é importante por conta da gravidade, e isso pode levar a morte”, explica.

Já em relação a poliomelite, a pediatra alerta que apesar de não haver casos da doença no Brasil, a baixa vacinação na região preocupa, já que os casos aumentaram em países vizinhos. “A cobertura vacinal contra a poliomelite está pequena, está em torno de 60 e 70% na região de Ipatinga, o ideal é que seja 95%. Então se existe proteção menor e se aparecer algum caso de poliomelite, e tem aparecido na América do Sul, especialmente na Venezuela, essas pessoas que não estão protegidas podem desenvolver a doença, e a gente sabe que poliomelite é grave, pode levar a paralisia e pode levar a morte da pessoa”, afirma a pediatra.

Fonte: SECOM GV/G1 Vales

Foto: Reprodução Internet

Departamento de Jornalismo – Rádio Mundo Melhor



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